WooF What #1











Sabe, não é fácil começar a escrever algo assim do nada, mesmo quando você já têm alguma experiência, sabe? Bem, começamos do começo então.

Meu nome é Eduardo Rolim e fui convidado pelo querido do Beto para escrever para o WoofBrasil. Eu estou muito agradecido e feliz por ter tido essa honra, junto com meus amigos Tiw, Ratu e Dani, de participar com eles desse empreendimento e também de estar próximo de pessoas tão legais. E também estou bastante assustado porque não tenho a mínima idéia do que escrever. Em vez disso, vou falando um pouco de mim, talvez possa ser até um pouco interessante!

Bem, como disse anteriormente, me chamo Eduardo. Eu tenho meus 30 anos e escrevo atualmente para dois blogs próprios. Eu costumo falar de qualquer coisa, sem assunto definido e guiado somente pela minha curiosidade. Eu sou funcionário federal e trabalho com manutenção de computadores e sou muito aficionado por tecnologia e ciência.

Como me descobri um urso? Bem, isso remete à uma longa história da minha vida, mas vou resumir um pouco. Tudo começou quando minha mãe e meu pai ... ok ok, vou me adiantar! Desde que eu percebi que eu era diferente dos outros meninos da escola eu fui percebendo diferenças nos meus padrões de "gosto".

Eu sempre olhava com olhos especiais para aqueles caras mais velhos da minha escola, da indústria que eu já estagiei, das pessoas do meu convívio, mas nunca cheguei a juntar isso tudo em um único denominador. Eram sempre aqueles caras mais velhos que eu, os gordinhos, os peludos, se bem que durante um tempo eu não achasse muito atraente aqueles homens com muita cobertura corporal, até ter ficado com um. E realmente a experiência mudou minha opinião.

Então, eu me mudei para Palmas - onde vivo atualmente. Nesse período eu comecei a namorar um cara pouco mais velho que eu mas que era gordinho, do tipo "Big Ball". Meus amigos me perguntavam como eu achava atraente uma pessoa tão "diferente" e eu respondia que simplesmente eu me sentia definitivamente atraído por aquele tipo de pessoa.

O tempo passou, o namoro terminou e então eu conheci uma pessoa de São Paulo. Foi aí que meu conhecimento sobre o que viria a ser um urso começou a ser delineado em minha mente. Durante as várias vezes que eu estive em São Paulo, conheci vários amigos desse meu namorado que se encaixavam exatamente nesse perfil, e que se orgulhavam de ser daquele jeito. Eles se sentiam bem assim, e pela primeira vez, eu comecei a me sentir bonito e atraente também.

Com o passar do tempo, fui aprendendo mais sobre esse mundo novo e até cheguei a conhecer o WoofBrasil, onde li muitas coisas esclarecedoras. Agradeço o Beto por esse trabalho contínuo de trazer a informação do mundo ursino para a nossa realidade. Realmente faz muita diferença.

Então, o tempo passou, eu terminei meu namoro com o cara de São Paulo e mais ou menos em seguida comecei a participar do WoofBrasil. E aqui estou hoje. Pode ser um pouco massante falar isso aqui e nos podcasts, mas eu não consigo não deixar de ver a revolução que está sendo para mim estar aqui, hoje, escrevendo para vocês sobre algum assunto aleatório que venha a surgir na minha mente.

Hoje considero todos do WoofBrasil (Tiw, Dani, Beto Ratu, e ... por que não o Nilton né) como as pessoas com quem mais me identifico na atualidade. Fui aprendendo a gostar de cada um do seu jeito especial e hoje, não consigo ficar um dia sequer sem falar ou mesmo sem pensar neles, em o que estão fazendo no momento, se estão bem, se estão felizes, se estão se divertindo. Eu amo esses quatro ursos do fundo do meu coração!

Ah sim, sobre o que eu vou escrever? Bom, eu sou muito bom em falar nada, ou seja, depende muito do que vier à minha mente. Posso falar sobre tecnologia quase como Steve Jobs ou escrever posts sobre ocultismo e astrologia como se fosse um acólito de alguma religião esquecida. Ah, e não posso deixar de lembrar que eu sou uma pessoa bem humilde, sabe? Mas então, estando aqui no Tocantins é um pouco difícil eu falar da vida noturna ou dos babados da cidade, pq sinceramente, qualquer outra cidade do país é mais animada que aqui (com exceção de Londrina).

E aqui eu termino de falar sobre o que eu vim falar nessa coluna. Não é bem o que eu esperava que fosse, mas é um início, e começar sempre é uma arte muito difícil, a não ser que você comece pelo fim, aí sim.

Woof para todos vocês!

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